• Claudia Godoy

Para apoiar luta contra novo coronavírus, EUA doam 200 ventiladores ao Brasil

Com informações da Embaixada dos Estados Unidos

O governo dos Estados Unidos, por meio da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional – USAID, entregou o primeiro carregamento de 200 ventiladores pulmonares, novos e de última geração, hoje (25), para apoiar o Brasil na luta contra a COVID-19.


Os 200 ventiladores estão avaliados em mais US$ 2,5 milhões. Foto: Embaixada dos Estados Unidos.

A doação demonstra o compromisso do presidente dos EUA, Donald Trump, em entregar esse recurso extremamente necessários para a resposta imediata do Brasil à pandemia.


Os ventiladores, produzidos nos EUA, trazem tecnologia de ponta e sob demanda. São compactos e de fácil manuseio e irão dar ao Brasil a flexibilidade necessária para tratar os indivíduos afetados pelo vírus – um recurso que pode ser vital para pacientes cujos pulmões não estejam funcionando adequadamente apesar de receberem oxigenação adicional.


O embaixador dos Estados Unidos, Todd C. Chapman, destacou a iniciativa: “Estamos realmente satisfeitos de ver a primeira leva dos 1000 ventiladores prometidos ao Brasil pelo presidente Trump. Estamos trabalhando com o Ministério da Saúde para garantir que os ventiladores sejam rapidamente incorporados ao sistema de saúde do Brasil e possam ajudar os brasileiros que mais necessitam”.  


Os 200 ventiladores estão avaliados em mais US$ 2,5 milhões. Além disso, a USAID está financiando um pacote customizado de suporte técnico com garantia, assessórios como equipamento de monitoramento, tubos e filtros. Essa doação se soma aos mais de US$ 12 milhões que o governo dos EUA já doou ao Brasil para a resposta à pandemia, e os aproximadamente US$ 40,5 milhões de empresas norte-americanas instaladas no país. 


Outros esforços apoiados pelo os EUA incluem atividades emergenciais de saúde, água potável, saneamento e higiene para apoiar comunidades vulneráveis na Amazônia, incluindo ações de comunicação de riscos, engajamento comunitário, prevenção e controle de infeções em instalações de saúde, mapeamento de doenças e resposta rápida, suporte a refugiados e comunidades que trabalham no combate à pandemia. Além disso, os recursos incluem incentivos ao setor privado para lidar com os impactos, não relacionados à saúde, em populações vulneráveis.


Por décadas, os EUA têm sido o principal doador de assistência bilateral em saúde. Desde 2009, os contribuintes norte-americanos generosamente custearam mais de US$ 100 bilhões em assistência a saúde e cerca de US$ 70 bilhões em ajuda humanitária.