• Claudia Godoy

No Dia da Vitória, embaixador bengali lembra rohingya e boas relações com Brasil

Atualizado: 17 de Dez de 2020

O embaixador de Bangladesh, Zulfiqur Rahman, lembrou, hoje (16), o Dia da Vitória que marca a data da independência bengali.


O diplomata destacou, ainda, as similaridades do povo bengalês e brasileiro, além das boas relações históricas entre os dois países.


Bangladesh enfrenta hoje uma crise imigratória com refugiados da etnia rohingya no megacampo Kutupalong-Balukhali, o maior campo de refugiados do mundo, com cerca de 1 milhão de pessoas. "Um dos desafios de Bangladesh é a crise imigratória dos rohingya", disse o embaixador.

Rahman inaugurou dentro da embaixada bengali uma biblioteca em memória ao Pai da Pátria de Bangladesh, Sheikh Mujibur Rahman, o Bangabandhu (amigo de Bengala).

Este ano, Bangladesh comemora o centenário de nascimento de Bangabandhu. A sua filha mais velha, Sheikh Hasina, é a atual líder da Liga Awami e primeira-ministra do Bangladesh.

Refugiados da etnia rohingya no megacampo Kutupalong-Balukhali, o maior campo de refugiados do mundo, com cerca de 1 milhão de pessoas. Foto: MSF

A independência bengali ocorreu depois de uma luta contra a dominação do Paquistão. "O fator determinante para a independência foi o nosso espírito", disse Rahman, acrescentando que "o 16 é um dia dourado para Bangladesh ".




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