• Claudia Godoy

Nagorno-Karabakh: Embaixador diz que Armênia lançou armas proibidas no Azerbaijão

O embaixador do Azerbaijão, Elkhan Polukhov, denunciou que hoje (28) forças da Armênia usaram bombas coletivas proibidas pelo direito internacional e mataram 22 pessoas, além de ferir outras 70 em Barda, cidade azeri. Ainda de acordo com o diplomata, esse é o segundo ataque contra a cidade de Barda nos últimos dois dias. No ataque anterior, ainda segundo Polukhov, os militares armênios bombardearam a cidade com bombas coletivas e mataram 4 civis, incluindo 1 criança, e ferindo 13 pessoas.


Segundo a denúncia do embaixador azeri, forças da Armênia usaram bombas coletivas proibidas pelo direito internacional e mataram 22 pessoas, além de ferir outras 70 em Barda, cidade azeri.

"Desde o início da Segunda Guerra de Karabakh, em setembro de 2020, o lado armênio ataca deliberadamente a população civil do Azerbaijão fora da zona de conflito em Nagorno Karabakh - com o objetivo de espalhar o caos entre as pessoas!", afirmou o embaixador por meio da carta.


A região de Nagorno-Karabakh é um enclave dentro do Azerbaijão com maioria armênia.



Carta do embaixador do Azerbaijão

Em 28 de outubro de 2020, por volta das 13h, 21 pessoas foram mortas e mais de 70 ficaram feridas quando as forças armadas da Armênia usaram bombas coletivas, proibidas pelo direito internacional, para bombardear áreas densamente povoadas e os estabelecimentos comerciais da cidade de Barda da República do Azerbaijão. As instalações da infraestrutura civil e os veículos foram severamente danificados.

Esse é o segundo ataque contra a cidade de Barda durante os últimos 2 dias. No dia 27/10 os militares armênios bombardearam a cidade com bombas coletivas e mataram 4 civis, incluindo 1 criança, e ferindo 13 pessoas.

Desde o início da Segunda Guerra de Karabakh, em setembro de 2020, o lado armênio ataca deliberadamente a população civil do Azerbaijão fora da zona de conflito em Nagorno Karabakh - com o objetivo de espalhar o caos entre as pessoas! Essas medidas não vão apenas contra o direito internacional, que proíbe estritamente o ataque contra civis e infra-estruturas civis dentro e fora das zonas de conflito, mas também contra a humanidade! Crianças, mulheres, idosos - pessoas inocentes se tornam vítimas da agressão armênia!


Não é a primeira vez que a liderança armênia ataca deliberadamente os civis. Desde 27 de setembro, usando foguetes SCAD, que da última vez foram usados por Saddam Husein contra civis no Iraque, eles bombardearam várias cidades do Azerbaijão, matando até agora mais de 80 civis e ferindo mais de 400, incluindo um menino cristão de 13 anos na cidade de Ganja - Artur Mayakov!

Em fevereiro de 1992, durante a primeira guerra de Karabakh, a cidade de Khojaly do Azerbaijão foi notoriamente invadida e sua população foi massacrada pelos militares armênios. Este ato de genocídio ficou conhecido como Genocídio de Khojaly, onde 613 pessoas foram mortas, entre elas 63 crianças, 106 mulheres, 70 idosos. 8 famílias foram mortas completamente, 25 crianças perderam ambos os pais, 130 crianças perderam um dos pais. O ex-presidente da Armênia Serj Sargisyan em sua entrevista cinicamente afirmou: “Antes de Khojali, os azerbaijaneses pensavam que estavam brincando conosco, eles pensavam que os armênios eram pessoas que não podiam levantar a mão contra a população civil. Conseguimos quebrar esse [estereótipo]. E foi o que aconteceu”.

Hoje, todos nós estamos testemunhando a continuação dessa política desumana de liderança armênia herdada do governo anterior. Povo do Brasil, ativistas políticos, figuras públicas do país com forte senso de justiça e raízes profundas da democracia – já basta calar, basta fechar os olhos a todos esses fatos! Está acontecendo no século 21 e acontecendo na frente dos seus olhos! Corra com sua voz de apoio! Ajude a parar a agressão armênia!

Elkhan Polukhov,

Embaixador do Azerbaijão no Brasi