• Claudia Godoy

Grande produtor de equipamentos esportivos, Paquistão produz 60% das bolas do mundo

O Paquistão ainda fazia parte do Grande Império Britânico quando uma bola rasgada deu início à tradição. Sem paciência para esperar por outra bola, um militar britânico baseado em Sialkot, na província de Punjabe, decidiu pedir o conserto a um costureiro local.

Ele escolheu Fazal Elahi, que fabricou uma nova bola assim que percebeu que a outra não tinha mais recuperação. O militar ficou tão contente com o resultado que pediu selas de montaria para o seu batalhão. A partir daí a produção de couro local tomou novo rumo.

Hoje, mais de cem anos depois de Fazal Elahi fazer a primeira bola, os paquistaneses são famosos por produzir 60% de todas as bolas costuradas à mão do mundo. O país foi escolhido para produzir as bolas da Copa do Mundo de Futebol do Brasil, em 2014, e da Rússia, em 2018. Os trabalhadores chegam a ganhar o dobro do salário de outras partes do país em Sialkot, mais ou menos 700 libras, ou R$ 4,2 mil. Algumas bolas fabricadas no Paquistão podem custar até cem libras ou R$ 600,00.


Além disso, eles produzem artigos esportivos para todos os esportes, como luvas, redes, tacos para boxe, hóquei, críquete e beisebol.


Todo o processo de produção paquistanês é inspecionando pela FIFA e está de acordo com a certificações internacionais. A qualidade é atestada até pelo primeiro-ministro do Paquistão, Imran Khan, que é um ex-campeão de críquete.











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