• Claudia Godoy

Equador adota medidas de austeridade por causa da pandemia e 80 diplomatas voltam para casa

Hoje celebrando 211 anos de Independência, o Equador adotou medidas de austeridade para reagir à pandemia do novo coronavírus. No serviço exterior, o governo fechou embaixadas e consulados. Cerca de 80 diplomatas voltaram para casa para poupar custos", disse o embaixador do Equador, Diego Ribadeneira.

O embaixador do Equador, Diego Ribadeneira. Foto: reprodução.

Foram fechadas embaixadas e consulados no Irã, Nicarágua, Brasil, Canadá e Estados Unidos, além de escritórios na OMC na Suíça. "O consulado de São Paulo vai assumir a jurisdição do Rio de Janeiro até que as condições permitam a reabertura dos consulados. Felizmente, o país está se recuperando e voltará à normalidade ", disse Ribadeneira.


O embaixador lembra também que, neste ano, Brasil e Equador completam 176 anos de relações diplomáticas. O governo equatoriano negocia agora o pagamento da dívida externa com as pessoas que possuem bônus do Equador. "Negociação complexa, mas o ministro da Economia está avançando", afirmou o diplomata, explicando que o governo precisa de acordo com 66% dos detentores dos bônus para garantir um futuro mais tranquilo.


As vendas para o Brasil, durante a pandemia, não foram afetadas. Um bom sinal para o Equador. "Atum e camarão estão entrando normalmente, exceto por certa dificuldade com o transporte", informou Ribadeneira.


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