• Claudia Godoy

Embaixada russa diz que cooperação com Brasil para produzir vacina deve ser uma causa nobre

Leia a nota da Embaixada da Rússia em Brasília

A posição do Governo russo é que o desenvolvimento das vacinas contra a COVID-19 deve ser resultado de esforços internacionais conjuntos. A solução da atual crise epidemiológica que afetou todos os países do mundo não pode ser objeto de uma corrida entre os estados, mas sim uma causa nobre para unirmos os esforços de toda a humanidade na luta contra o adversário comum, que é o novo coronavírus. É deste princípio que partimos na avaliação das perspectivas de cooperação russo-brasileira na área de saúde, inclusive no desenvolvimento da vacina contra COVID-19.

Hoje (11), a primeira vacina contra COVID-19, desenvolvida pelo Centro Gamaleia, foi registrada pelo Ministério da Saúde da Federação da Rússia.

Esta vacina já comprovou sua eficácia e segurança durante as pesquisas clínicas realizados pelas instituições científicas russas, e agora, vai passar testes em maiores grupos de população. Inicialmente, receberão vacinas os profissionais da saúde e os professores, ou seja, os grupos mais vulneráveis à contaminação. O governo adotou um esquema digital para controlar e vigiar os efeitos da vacinação nesses grupos.


Ao mesmo tempo, será desenvolvida uma base industrial para produção em massa. Um papel significativo neste sentido é desempenhado pela cooperação internacional, promovida, entre outros, pelo Fundo de Investimentos Diretos da Rússia.


O governo paranaense deve assinar acordo com a Rússia para fabricação da vacina Sputnik V contra COVID-19 nesta quarta-feira. O estado da Bahia, governada por Ruy Costa (PT), além de outros estados do Nordeste negociam a vacina com os russos.


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