• Claudia Godoy

Em discurso de Independência, Chapman lembra pandemia e morte de George Floyd



O embaixador dos Estados Unidos, Todd Chapman, lembrou hoje (4) a pandemia de Covid-19 e a morte do americano George Floyd durante a celebração virtual do aniversário de 244 anos de Independência dos Estados Unidos. "Tínhamos baixos índices de desemprego e boas perpectivas (...) até a chegada da Covid-19", disse o diplomata, acrescentando que o país irá trabalhar incansavelmente para colocar a economia dos EUA novamente nos trilhos. Chapman disse que todos ainda estão "perturbados" pela morte de Floyd. "Ainda há muitas dores a serem curadas", afirmou o diplomata.


O embaixador dos Estados Unidos, Todd Chapman durante o discurso em celebraçãoa o Dia da Independência. Foto: fotograma da imagem da internet.

O embaixador dos EUA, Todd Chapman, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, e os fogos de artifício em várias capitais americanas em celebração à data nacional americana. Foto: fotograma da imagem da internet.

O ministro das Relações Exteriores do Brasil durante a homenagem aos Estados Unidos. Foto: fotograma da imagem da internet.

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, também participou da celebração virtual com uma mensagem na qual afirmou que os Estados Unidos são referência para todos os povos do mundo com o seu modelo de liberdade. Araújo destacou, também, às relações diplomáticas entre as duas nações. "Hoje a relação é sem precedentes a partir desse sentimento compartilhado", afirmou o ministro das Relações Exteriores brasileiro, que citou setores como tecnologia e segurança como exemplos de cooperação entre os dois países.


A celebração de independência dos EUA contou com apresentação especial. Foto: fotograma da imagem da internet.

O embaixador disse que "há anseio e chamado" para os direitos inalienáveis do povo e que isso continuará inspirando o governo e as pessoas. "Não cessaremos esforços em busca de união, independente de convicções políticas ", discursou Chapman, que também celebrou a crescente aliança com o Brasil. "Os presidentes Donald Trump e Jair Bolsonaro tem uma agenda ambiciosa", lembrou Chapman, que ressaltou, ainda, os 196 anos de relações diplomáticas de Estados Unidos e Brasil. "Nunca foram tão fortes. Apesar das dificuldades, vamos emergir ainda mais", disse o diplomata. No final do discurso, o embaixador agradeceu aos cidadãos americanos, colegas da embaixada, consulados e anunciou uma queima de fogos em várias capitais americanas.




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