• Claudia Godoy

Cúpula dos Brics se reúne pela primeira vez em formato virtual por causa da pandemia


Com informações da Agência Brasil

A 12ª Cúpula dos Brics, grupo de países que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, foi realizada nesta terça-feira (17), entre as 8h e as 10h, horário de Brasília. Desta vez, o evento ocorreu em formato virtual, por causa da pandemia de covid-19. A cúpula marcará também o fim da presidência pro tempore da Rússia à frente dos Brics, ao longo do último ano.

No programa anunciado pelo governo russo, o presidente do país, Vladimir Putin, é o primeiro a falar.

Discursaram os presidentes Nerendra Modi (Índia), Xi Jinping (China), Cyril  Ramaphosa (África do Sul) e Jair Bolsonaro (Brasil). Foto: Agência Brasil

Os líderes discutiram o estado atual e as perspectivas de cooperação no âmbito da associação, além disso, trocaram opiniões sobre questões atuais da agenda internacional e regional.


Os resultados da presidência russa no Brics também foi detalhado e os presidentes ainda discutiram posicionamentos que serão apresentados durante a Cúpula do G20, que reúne as 20 maiores economias do mundo, marcada para os dias 21 e 22 de novembro. Os principais acordos serão formalizados na Declaração da Cúpula de Moscou e em outros documentos. A Rússia seguirá na presidência pro-tempore dos Brics até o fim deste ano. Em 2021, o grupo de países será presidido pela Índia.


 

Outras autoridades também devem apresentar informes sobre encontros setoriais dos Brics, que discutiram temas como segurança nacional e comércio exterior. O brasileiro Marcos Troyjo, presidente do Novo Banco de Desenvolvimento  (NBD), conhecido como Banco dos Brics, também fará um pronunciamento durante o encontro. 


No último sábado (14), os ministros das comunicações dos países que integram o Brics divulgaram uma declaração de intenções de parcerias para iniciativas nas áreas de comunicação, informação e tecnologias digitais. O documento foi resultado de um encontro com os representantes dos  governos de cada nação em ministérios e outros órgãos de governo que atuam no setor, como atividade preparatória para o encontro principal, entre os chefes de Estado.