• Claudia Godoy

Brasil e UE discutem desenvolvimento sustentável

O Brasil e a UE e realizaram, na última sexta-feira (16), o 8º Diálogo Político de Alto Nível Brasil-UE sobre a Dimensão Ambiental do Desenvolvimento Sustentável. A reunião foi virtual.

Da parte da UE, o Diálogo foi presidido por Astrid Schomaker, Diretora de Desenvolvimento Sustentável Global da Direção-Geral do Meio Ambiente da Comissão Europeia, acompanhada pelo Embaixador Ignacio Ybáñez (foto), chefe da Missão da UE no Brasil.

As discussões foram frutíferas e cobriram as principais questões ambientais de interesse comum.


O Diálogo faz parte dos vários contatos e canais de cooperação mantidos entre o Brasil e a UE em questões de meio ambiente e conservação, incluindo a conversa em 29/07 entre o Ministro do Meio Ambiente do Brasil, Ricardo Salles, e o Comissário do Meio Ambiente da EU, Virginijus Sinkevičius, bem como a interação da UE com o Conselho Nacional para a Amazônia Legal.


Da parte da UE, o Diálogo foi presidido por Astrid Schomaker, Diretora de Desenvolvimento Sustentável Global da Direção-Geral do Meio Ambiente da Comissão Europeia, acompanhada pelo Embaixador Ignacio Ybáñez, chefe da Missão da UE no Brasil. Outros representantes da UE contribuíram para diferentes partes temáticas da agenda. Do lado do Brasil, o Diálogo foi presidido por Leonardo Cleaver de Athayde, Diretor do Departamento de Meio Ambiente do Itamaraty, e acompanhado por Eduardo Lunardelli Novaes, Secretário-Executivo Adjunto do Ministério do Meio Ambiente, bem como por outros representantes desses ministérios e do Ministério do Desenvolvimento Regional, que contribuíram em diferentes pontos da agenda.


O Diálogo tratou dos principais aspectos ambientais das relações bilaterais e multilaterais, com especial destaque para biodiversidade, florestas, temas de água e tratamento de resíduos. A reunião concentrou-se em três tópicos: (1) Biodiversidade, bioeconomia, gestão sustentável dos recursos naturais, florestas e seus desafios; (2) Economia circular, no contexto de padrões de produção e consumo sustentáveis, e eficiência de recursos e (3) Cooperação bilateral em água e saneamento básico.


Ambas as partes concordaram sobre a importância de se manter intercâmbio permanente de opiniões e sobre a necessidade de identificar outras áreas concretas de cooperação bilateral futura no campo da sustentabilidade ambiental e questões relacionadas.

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