• Claudia Godoy

Azerbaijão diz que pró-armênios franceses fizeram proposta sobre Nagorno-Karabakh


A embaixada do Azerbaijão informou que a

proposta da resolução sobre a necessidade de reconhecer a República de Nagorno-Karabakh, adotada pelo Senado da França, no mês passaso, foi apresentada por um grupo de senadores abertamente pró-armênios. Além disso, a embaixada informou que a resolução não tem força de lei, lança dúvida sobre a neutralidade da França e prejudica a reputação do país como mediadora justa na questão. "A adoção de uma resolução totalmente tendenciosa pelo Senado só pode ser considerada uma provocação. Parece que os armênios franceses usam amplamente a questão do conflito para fins eleitorais", informou a embaixada azeri, no final de novembro, por meio de nota do Ministério das Relações Exteriores. O Senado da França pediu o reconhecimento da República de Nagorno-Karabakh.

A região de Nagorno-Karabakh no mapa. Foto: Wikipédia.

Ainda segundo as informações da embaixada, um dia antes da votação da resolução, o Embaixador da República do Azerbaijão na França dirigiu-se aos membros do Senado de acordo com os procedimentos de audiência do Senado e forneceu informações detalhadas sobre as informações falsas e unilaterais refletidas na proposta da resolução. A França é do Grupo de Minsk para a resolução do conflito na região de Nagorno-Karabakh.


Veja a nota completa:


Comentários do Departamento de Imprensa do Ministério das Relações Exteriores da República do Azerbaijão


Em primeiro lugar, gostaríamos de destacar que a proposta da resolução sobre "A necessidade de reconhecer a República de Nagorno-Karabakh" adotada pelo Senado da França, foi apresentada por um grupo de senadores abertamente pró-armênios. Um dia antes da votação da resolução, o Embaixador da República do Azerbaijão na França dirigiu-se aos membros do Senado de acordo com os procedimentos de audiência do Senado e forneceu informações detalhadas sobre as informações falsas e unilaterais refletidas na proposta da resolução. Assim, a adoção de uma resolução totalmente tendenciosa pelo Senado só pode ser considerada uma provocação. Parece que os armênios franceses usam amplamente a questão do conflito para fins eleitorais.

Gostaríamos de enfatizar que a resolução aprovada pelo Senado não tem força de lei. No entanto, dado o significado político da resolução, a imposição de tal resolução por um país com mandato de mediador lança seriamente em dúvida da neutralidade do país. Isso também prejudica a reputação da França como mediadora justa na sociedade azerbaijanesa.

Deve-se notar que a posição oficial da República Francesa na resolução do conflito foi expressa por altos funcionários do Estado, incluindo o Presidente e o Ministro das Relações Exteriores. A França apoia a integridade territorial do Azerbaijão, o que se reflete tanto nos documentos assinados no âmbito bilateral quanto com a União Europeia. O Secretário de Estado do Ministério da Europa e Relações Exteriores da França, que discursou no Senado, também expressou a posição oficial em seu discurso.

Em vez de adotar resoluções tendenciosas, o engajamento do Senado francês em atividades que sirvam à paz, estabilidade e progresso na região responderia aos interesses da França e levaria ao desenvolvimento sustentável da região.

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